Uma criança não é um objecto para ser usado por capricho, quando se põe um ser ao mundo não se pode ser egoísta ao ponto de o arrastar para um meio decadente só porque aos olhos de Deus é pecado abortar, mas quem é esse Deus que tanto as pessoas falam? Para justificar os seus actos.
Quando se têm outra vida nas mãos têm que se saber o que se está realmente a fazer.
Parem de repetir ciclos de vida e de permitir que as crianças sejam sacos de pancada psicológica ou física dos pais ou das mães, que façam papel de pais ou psicólogos, que sejam alvo de constantes frustrações. As frustrações são saudáveis quando usadas em equilíbrio. Não tenham pressa que cresça, deixem-na ser simplesmente crianças.
Chega de transformarem crianças em robots, criá-las à frente da televisão, brinquem com elas, não contribuam para um vazio emocional.
As famílias têm o poder da saúde nas mãos, se criarem Crianças com afecto, crianças com regras, com estrutura familiar, se lhes mostrarem tudo com tranquilidade e as incluírem verdadeiramente em suas vidas, terão crianças felizes, logo crianças saudáveis
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