Qual é a necessidade que as pessoas têm em dramatizar tudo? eu também já embarquei em alguns dramas, mas ainda bem que já me curei (penso eu)...
A verdade é que toda a gente se preocupa com o que os outros pensam, porque será? eu também o faço, estou a fazer uma crítica que também me engloba, no entanto não deixa de me intrigar.
Às vezes penso que está tudo ao contrário e ninguém se concentra no que é realmente importante, como a minha mãe diz o importante é viver, apenas vivermos, aqui e agora.
Concordo com tudo o que diz, mas aplicar por vezes já se torna mais complicado... e quando acho que estou a remar de um certo modo, contradigo-me e deixo-me influenciar pelo sentimento mais dominador a culpa... A voz esconde-se baixinho e não consegue dizer não.
Depois de andar bastante irritada comigo sem estar a perceber, em segundos a minha mãe fez-me entender tudo aquilo que me estava a irritar e tinha razão como sempre, mas essa conversa fez-me pensar e analisar que quero mesmo ser eu a pegar no leme do meu barco, então não posso fraquejar sempre que se aproxima uma tempestade. Este tema não é minimamente interessante para ser lido, não passa mais do que um mero desabafo, peço desculpa aos meus leitores se ando tão egocêntrica, mas na verdade neste momento, o meu blogue é uma espécie de diário...hei de avançar para temas mais interessantes, mas por enquanto são apenas desabafos da alma.
domingo, 28 de fevereiro de 2010
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Dúvidas
Ser quem quisermos está apenas nas nossas mãos, mas isso não quer dizer que seja necessariamente fácil, acho que 23 anos talvez seja um pouco a idade do armário, ainda não somos exactamente adultos mas também já não somos exactamente adolescentes, é assim um meio termo, pelo menos é como me sinto. Também sou suspeita pois penso que as minhas fases vieram todas fora do tempo...tenho que arranjar novos temas para escrever, porque penso que me estou a tornar um pouco repetitiva, mas hoje não tenho nada em especial para escrever, nem do que falar, é um daqueles dias que me apetece apenas escrever, à quem lhe apeteça apenas falar é igual, talvez me sinta um pouco sozinha, a uma determinada altura todos sentimos não é verdade?mas também não quero estar com ninguém, não é a esse "sozinha" que me refiro, mas uma espécie de solidão de ideias, talvez...falta de novidades penso que é o termo mais correcto, é tudo o mesmo nada acontece de novo.Acho que estou um pouco saturada das mesmas rotinas, das mesmas pessoas, dos mesmos cenários todos os dias, o céu é sempre o mesmo não à nada de entusiasmante, assim algo de surpreendente um marciano a cair da lua também era engraçado.Falta um pouco de mais intensidade na minha tela, mas em breve devo descobrir cores novas.De resto não tenho nada para contar, estou grata com a vida que tenho, embora muitas vezes o meu rosto não o transpareça sou muito feliz , tenho a vida que quero ter e que à muito procurava, às vezes até sou um pouco ingrata pois não me falta nada e mais sorte que a que tenho acho que era impossível, mas sem me queixar, apenas comentando falta alguma adrenalina.Nunca senti necessidade de a ter, mas parece que à sempre uma altura para tudo.Ver coisas novas, sentir outras emoções, ter outras experiências. Paris já me apetece voltar...Quando pisei pela primeira vez numa cidade desconhecida senti exactamente aquilo que preciso de sentir, gente a andar nas ruas, outro andamento, nesse dia apercebi-me que apesar de os estímulos serem mais que muitos e a informação correr pela minha cabeça, tipo roda giratória que pode ser bastante fascinante e que o contacto visual que me obriguei a fazer e que já consigo manter é uma novidade muito interessante de explorar. mas também gostava de sentir estas sensações, esta emoção, esta adrenalina sem ter que sair do pais, dava algum jeito.Quando tive em Paris acho que o ar que respirava era adrenalina, pelo menos o meu coração não parava quieto, uma ânsia de ver mais, de ver tudo, de andar, de sentir.Simplesmente fantástico...Foi o inicio de uma grande viagem...mal posso esperar pela próxima...pegar numa mochila e ir, simplesmete ir à descoberta de algo nunca antes visto, sentido...
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
vamos imaginar que a vida é um puzzle ou um enigma, quando não se percebe as regras do jogo ficamos confusos. Certo? pois é difícil de entender certos códigos, mas quando nos explicam ou os entendemos, tudo ganha sentido e vamos nos apercebendo que os problemas eram criados por nós. Eu tive a sorte de me mostrarem novos caminhos e de me abrirem horizontes e hoje sinto que ser asperger não têm relevância nenhuma é como gostar de pizza ou como não gostar de peixe cozido. Ter uma síndrome não nos limita em nada a não ser que tenhamos um déficie cognitivo não nos é condicionante. Pois dificuldades, limitações e manias todos temos com síndrome ou não. Tenho consciência que se não fosse a minha mãe eu era apenas mais uma pessoa que anda à deriva, sem saber o que fazer, num completo estado zombie sem conseguir ou querer sair dele, enfim era apenas mais um verbo de encher. Muitas vezes a ajuda está à nossa frente e nós simplesmente não a queremos ver, pois tudo depende se queremos sair da nossa zona de conforto ou não. A verdade é que quando a minha mãe surgiu do nada senti o tremor de terra que à muito ansiava. O meu cérebro foi "invadido" com nova informação, como estou grata, nessa altura tive a certeza que não queria continuar à deriva de mim mesma e dos outros. Agora sim comecei a viver, no entanto muitas vezes ainda sou puxada contra a maré, por vezes perco os remos mas graças aos novos chips que me foram instalados, descobrique existe um mundo tão vasto, enorme fora da minha janela e que quero muito explorar e conhecer. O que importa é eu manter-me fiel e ser a Ana.Ser asperger causava-me imensa confusão é um facto, mas quando pus de parte esta camisola e com ajuda analisei-a percebi que era apenas um ponto de partida para me desafiar a chegar à meta. É apenas mais uma nova etapa, agora sei o que se passa comigo, já posso pegar nas ferramentas certas para me trabalhar, para superar as minhas dificuldades e dar novas ordens ao meu cérebro, coisa que ainda não consigo fazer muito bem, mas com a exelente professora que tenho, que nunca me deixou desistir de mim hei de lá chegar. Não deixei de ter Síndrome de asperger mas já a despi da minha roupa diária. Para aprendermos é preciso errarmos e dizer não à nossa zona de conforto. Mesmo quando a nossa cabeça quer optar por outro caminho. Tal como a minha mãe diz é preciso contrariá-la. Se não fosse ela nem sabia que era possível ter estes pensamentos. Uma pessoa pode fazer toda a diferença na vida de alguém, pode ser realmente um marco importante, no entanto só pode causar impacto se estivermos dispostos a isso. Só cresce quem quer crescer, só vê quem quer enxergar. Obrigada...
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Em determinada altura das nossas vidas sentimos necessidade de as mudar.
Começa a nascer uma sede incontrolável pelo conhecimento e descobrimento, por ver outros horizontes, por vezes temos que romper ciclos para conseguirmos destrancar a fechadura que nos bloqueia e podermos ser livres. A nossa vida é uma tela ou um livro em branco, cujos autores somos nós. Tudo depende da nossa gestão e das escolhas que fazemos. Ninguém é de ninguém, temos que ser fiéis a nós próprios.
Muitas vezes ainda me vejo presa em situações que claramente não quero estar, mas nessa altura o sentimento de culpa fala mais alto e faz-me ser infiel comigo, o que quer dizer que continuo com certas amarras.
Começar do zero nem sempre é fácil, mas digo por experiência que os caminhos mais fáceis são uma mera ilusão, por vezes não sair da nossa zona de conforto, leva-nos para caminhos altamente minados.
A culpa é um sentimento completamente redutor e dominador do ser humano, capaz de nos levar a fazer coisas completamente irracionais e obrigar-nos a ter atitudes que não queremos. Mas claro que tudo depende se a deixamos entrar pela porta ou lhe conseguimos fazer frente e barrar a sua chegada. Eu ainda não consegui vedar-lhe o caminho.
A culpa é nos ensinada como uma aula, é nos introduzida pelos nossos progenitores ou por quem nos educa, talvez porque seja a maneira mais fácil de fazer chantagem emocional e controlar a nossa cabeça.
No entanto a partir do momento que crescemos e nos apercebemos deste mecanismo, deveria ser simples quebrá-lo.
Começa a nascer uma sede incontrolável pelo conhecimento e descobrimento, por ver outros horizontes, por vezes temos que romper ciclos para conseguirmos destrancar a fechadura que nos bloqueia e podermos ser livres. A nossa vida é uma tela ou um livro em branco, cujos autores somos nós. Tudo depende da nossa gestão e das escolhas que fazemos. Ninguém é de ninguém, temos que ser fiéis a nós próprios.
Muitas vezes ainda me vejo presa em situações que claramente não quero estar, mas nessa altura o sentimento de culpa fala mais alto e faz-me ser infiel comigo, o que quer dizer que continuo com certas amarras.
Começar do zero nem sempre é fácil, mas digo por experiência que os caminhos mais fáceis são uma mera ilusão, por vezes não sair da nossa zona de conforto, leva-nos para caminhos altamente minados.
A culpa é um sentimento completamente redutor e dominador do ser humano, capaz de nos levar a fazer coisas completamente irracionais e obrigar-nos a ter atitudes que não queremos. Mas claro que tudo depende se a deixamos entrar pela porta ou lhe conseguimos fazer frente e barrar a sua chegada. Eu ainda não consegui vedar-lhe o caminho.
A culpa é nos ensinada como uma aula, é nos introduzida pelos nossos progenitores ou por quem nos educa, talvez porque seja a maneira mais fácil de fazer chantagem emocional e controlar a nossa cabeça.
No entanto a partir do momento que crescemos e nos apercebemos deste mecanismo, deveria ser simples quebrá-lo.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Humilhações, as humilhações são algo que inevitavelmente mais cedo ou mais tarde surgem. Os danos causados depende apenas do grau de intensidade que lhe atribuímos e como gerimos essa situação.
Há certas humilhações difíceis de esquecer contudo não esquecemos porque não o permitimos.
A vida não pára e nós também não podemos parar.
Vamos encarar essas situações como provas e às vezes rituais de passagem.
A verdade é que na escola quem nos bate ou goza connosco também já o foi e por não saber gerir esse conflito interior que lhe causou, têm que descarregar noutra pessoa que não se saiba defender, tal como o agressor, que durante um tempo foi a vítima.
Em determinadas alturas todos somos postos à prova.
Há certas humilhações difíceis de esquecer contudo não esquecemos porque não o permitimos.
A vida não pára e nós também não podemos parar.
Vamos encarar essas situações como provas e às vezes rituais de passagem.
A verdade é que na escola quem nos bate ou goza connosco também já o foi e por não saber gerir esse conflito interior que lhe causou, têm que descarregar noutra pessoa que não se saiba defender, tal como o agressor, que durante um tempo foi a vítima.
Em determinadas alturas todos somos postos à prova.
Como é engraçado vermos o pensamento a crescer, a evoluir, conseguir expressar o que sentimos e descobrir um mundo novo todos os dias.
A verdade é que muitas vezes uma pessoa faz toda a diferença, quando conheci a minha mãe do coração, a minha vida deu uma volta de 380º graus e nasci de novo.
E como é bom nascer e reparar que existe tanta coisa.
Hoje apeteceu-me dedicar este pensamento à mulher que me ensinou a tê-los. Básicamente tudo o que sei foi ensinado por ela.
Pode-se dizer que aprendi a viver, a pensar e tantas outras coisas em três anos e acima de tudo aprendi o que era ser filha de alguém e como era ter uma mãe. Obrigada por me ajudares a crescer e por me ensinares tanto...
A verdade é que muitas vezes uma pessoa faz toda a diferença, quando conheci a minha mãe do coração, a minha vida deu uma volta de 380º graus e nasci de novo.
E como é bom nascer e reparar que existe tanta coisa.
Hoje apeteceu-me dedicar este pensamento à mulher que me ensinou a tê-los. Básicamente tudo o que sei foi ensinado por ela.
Pode-se dizer que aprendi a viver, a pensar e tantas outras coisas em três anos e acima de tudo aprendi o que era ser filha de alguém e como era ter uma mãe. Obrigada por me ajudares a crescer e por me ensinares tanto...
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Uma criança não é um objecto para ser usado por capricho, quando se põe um ser ao mundo não se pode ser egoísta ao ponto de o arrastar para um meio decadente só porque aos olhos de Deus é pecado abortar, mas quem é esse Deus que tanto as pessoas falam? Para justificar os seus actos.
Quando se têm outra vida nas mãos têm que se saber o que se está realmente a fazer.
Parem de repetir ciclos de vida e de permitir que as crianças sejam sacos de pancada psicológica ou física dos pais ou das mães, que façam papel de pais ou psicólogos, que sejam alvo de constantes frustrações. As frustrações são saudáveis quando usadas em equilíbrio. Não tenham pressa que cresça, deixem-na ser simplesmente crianças.
Chega de transformarem crianças em robots, criá-las à frente da televisão, brinquem com elas, não contribuam para um vazio emocional.
As famílias têm o poder da saúde nas mãos, se criarem Crianças com afecto, crianças com regras, com estrutura familiar, se lhes mostrarem tudo com tranquilidade e as incluírem verdadeiramente em suas vidas, terão crianças felizes, logo crianças saudáveis
Quando se têm outra vida nas mãos têm que se saber o que se está realmente a fazer.
Parem de repetir ciclos de vida e de permitir que as crianças sejam sacos de pancada psicológica ou física dos pais ou das mães, que façam papel de pais ou psicólogos, que sejam alvo de constantes frustrações. As frustrações são saudáveis quando usadas em equilíbrio. Não tenham pressa que cresça, deixem-na ser simplesmente crianças.
Chega de transformarem crianças em robots, criá-las à frente da televisão, brinquem com elas, não contribuam para um vazio emocional.
As famílias têm o poder da saúde nas mãos, se criarem Crianças com afecto, crianças com regras, com estrutura familiar, se lhes mostrarem tudo com tranquilidade e as incluírem verdadeiramente em suas vidas, terão crianças felizes, logo crianças saudáveis
Estamos em século vinte e um, mas por baixo dos lençóis continuamos na idade média, nos anos 50 como quiserem. Para além do avanço da medicina e da tecnologia o que é que realmente mudou?
Parece-me que por entre o pó de arroz e a ilusão de inovação a escravatura continua enraizada na nossa cultura e mais grave presa nas mentalidades.
Se excluirmos o ya, o bué e o fixe não há grandes diferenças.
A mulher continua embora por opção a suposta fada do lar que trata dos filhos e escolhe a roupa ao marido.
O homem bebe, fuma, vê o seu futebol chega a casa e bate na mulher no dia seguinte arrepende-se amargamente e compra-lhe uma rosa, ela perdoa-o e vive em plena submissão sem um único pingo de auto estima, totalmente carente e desesperada por carinho.
Na verdade continuam sem ser agredidas ou não, isso agora não é relevante, o que quero frisar é que a vassalagem mulher homem é a mesma com um pouco mais de tinta em cima, mas é igual.
Antigamente os homens pareciam verdadeiros animais cuja intenção era acasalar com a sua presa (mulher) e agora é o suposto café ou jantar não é o mesmo acto de forma recatada? Não tenho com isso nenhuma aversão aos homens e não digo isto em relação a todos, mas é a ideia pré concebida que existe.
Acho que vivemos numa enorme hipocrisia.
Famílias felizes devotas a um Deus por aparência e que estragam a vida dos filhos. Homens mal amados, mulheres mal amadas.
Medos de se assumirem como são, valores pré concebidos, pré fabricados, escravos da expectativa, da culpa e que se deixam armadilhar com a ilusão que está tudo bem, que é assim.
Parece-me que por entre o pó de arroz e a ilusão de inovação a escravatura continua enraizada na nossa cultura e mais grave presa nas mentalidades.
Se excluirmos o ya, o bué e o fixe não há grandes diferenças.
A mulher continua embora por opção a suposta fada do lar que trata dos filhos e escolhe a roupa ao marido.
O homem bebe, fuma, vê o seu futebol chega a casa e bate na mulher no dia seguinte arrepende-se amargamente e compra-lhe uma rosa, ela perdoa-o e vive em plena submissão sem um único pingo de auto estima, totalmente carente e desesperada por carinho.
Na verdade continuam sem ser agredidas ou não, isso agora não é relevante, o que quero frisar é que a vassalagem mulher homem é a mesma com um pouco mais de tinta em cima, mas é igual.
Antigamente os homens pareciam verdadeiros animais cuja intenção era acasalar com a sua presa (mulher) e agora é o suposto café ou jantar não é o mesmo acto de forma recatada? Não tenho com isso nenhuma aversão aos homens e não digo isto em relação a todos, mas é a ideia pré concebida que existe.
Acho que vivemos numa enorme hipocrisia.
Famílias felizes devotas a um Deus por aparência e que estragam a vida dos filhos. Homens mal amados, mulheres mal amadas.
Medos de se assumirem como são, valores pré concebidos, pré fabricados, escravos da expectativa, da culpa e que se deixam armadilhar com a ilusão que está tudo bem, que é assim.
Na vida penso que para além das ferramentas necessárias que devemos explorar e ter é essencial sermos honestos com a nossa cabeça e com o nosso corpo, apesar de muitas vezes a cobardia ou a culpa nos camuflar, se os outros são não interessa o que realmente importa é não nos enganarmos a nós.
A confiança deveria ser outro elemento fundamental na formação pessoal da pessoa, não compreendo quando se conta um segredo como e porque todos ficam a sabê-lo, se a pessoa não consegue guardar um segredo que não é dela e não pode ser de confiança mais vale dize-lo, ao menos era sincera.
Um segredo é algo sagrado, a confiança é algo de sagrado que nunca deveria ser posta em causa, nem desrespeitada mas muitas vezes é.
Outra coisa que me faz confusão é a falta de privacidade e invasão em relação aos outros, tudo o que não é nosso não é para mexer, queremos ser respeitados mas penso que cada vez menos se respeita os outros.
Cada dia que passa as palavras são usadas em coisas inúteis e a maior parte das vezes despejam-nas como se fossem deitar o lixo no contentor sem nem sequer saber o que estão a dizer, é como ir ao ecoponto e não saber separar o lixo. Nem sequer tomam consciência do significado e o impacto que possam ter nos outros, é como quando se atira lixo para o chão e esquecemo-nos do impacto que causa à natureza.
Os actos impensados causam sempre danos colaterais.
A confiança deveria ser outro elemento fundamental na formação pessoal da pessoa, não compreendo quando se conta um segredo como e porque todos ficam a sabê-lo, se a pessoa não consegue guardar um segredo que não é dela e não pode ser de confiança mais vale dize-lo, ao menos era sincera.
Um segredo é algo sagrado, a confiança é algo de sagrado que nunca deveria ser posta em causa, nem desrespeitada mas muitas vezes é.
Outra coisa que me faz confusão é a falta de privacidade e invasão em relação aos outros, tudo o que não é nosso não é para mexer, queremos ser respeitados mas penso que cada vez menos se respeita os outros.
Cada dia que passa as palavras são usadas em coisas inúteis e a maior parte das vezes despejam-nas como se fossem deitar o lixo no contentor sem nem sequer saber o que estão a dizer, é como ir ao ecoponto e não saber separar o lixo. Nem sequer tomam consciência do significado e o impacto que possam ter nos outros, é como quando se atira lixo para o chão e esquecemo-nos do impacto que causa à natureza.
Os actos impensados causam sempre danos colaterais.
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